Quando tentamos entender a história da humanidade um fator é muito importante, temos que considerar que cada um adota um ponto de vista e conta a história a partir desse ponto.
A história de um testamento sem pontuação pode ilustrar bem o que é interpretar a história.
"Certo homem, dono de algumas propriedades, que tinha um capital consideravelmente grande, acabou falecendo e deixou um testamento, mas o testamento estava totalmente sem pontos, vírgulas, nem qualquer tipo de pontuação gramatical, o trecho do testamento em questão dizia:
Deixo tudo para minha irmã não ao meu irmão nunca para meu mordomo nada aos pobres
A irmã pontuou assim: Deixo tudo para minha irmã. Não ao meu irmão, nunca para o mordomo, nada aos pobres.
O irmão pontuou assim: Deixo tudo para minha irmã? Não. Ao meu irmão. Nunca para o mordomo, nada aos pobres.
O mordomo por usa vez pontuou assim: Deixo tudo para minha irmã? Não. Ao meu irmão? Nunca! Para o mordomo! Nada aos pobres.
O defensor público dos pobres pontuou da seguinte maneira: Deixo tudo para minha irmã? Não. Para meu irmão? Nunca. Para o mordomo? Nada. Aos pobres!"
Diante dessa realidade o cristão se apega a uma base importante e imutável para interpretar a história. A partir da Bíblia entendemos que Deus criou o ser humano, portanto deu início a história, e diariamente cuida do ser humano, inclusive interferindo na história como no caso do dilúvio.
Deus criou a humanidade para ser eterna e feliz, mas a Bíblia mostra que hoje vivemos em um desvio do plano original chamado pecado. Por isso foi necessário o plano da salvação para voltarmos ao plano original de eternidade e felicidade.
“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.”
Gênesis 1: 31



